

Eu pensei em milhões de formas pra poder dizer o que eu sinto: talvez eu escrevesse uma música, um poema, um soneto ou até mesmo uma crônica. É que eu não encontrei nenhuma forma certa para poder dizer tudo isso. Se fosse uma música, ele nunca ouviria; se fosse um poema, seria muito melado; se fosse um soneto, muito clichê; uma crônica, muito monótona. Então eu decidi escrever bilhetes, cartas, coisas que eu sei que ele nunca irá ler se eu mesma não entregar à ele. Então eu escrevo, sem medo, sem preocupação, sem ansiedade, guardando tudo no fundo de uma gaveta qualquer do guarda-roupa, para que um dia, no futuro, eu junte tudo e leia com o maior carinho, com um amor ainda maior, me lembrando perfeitamente de cada detalhe do sorriso dele e de sua risada. Seria, assim, uma forma de imortalizar o meu amor por ele? Crio que não, o meu amor está sempre em constante mudança: um hora é bom, outra é ardente, meloso ou até frio, mas nunca deixou de ser puro. Puro, como o de uma criança por seu cachorro: sem malícia e verdadeiro.
(Source: nossoanjoluanrafael, via sentimentosantana)
(Source: lucasmissaglia, via kidraos)

Elena: All right, remember — you’re journalists now. So try and act respectable.
Drake: Think you can handle that?
Sully: I think she’s talking to you.
(Source: druggedyouth, via fuckyeahuncharted)